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Apesar de estarem na modalidade mais criticada da natação brasileira, as representantes da equipe feminina brasileira do nado peito acreditam que têm capacidade de obter bons resultados nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, que começam na próxima sexta-feira.
Michele Schimidt está confiante para a competição. "Os 200 m peito feminino é chamado por alguns de o mais fraco do Brasil, mas hoje vejo quatro meninas com praticamente a mesma capacidade de bons resultados", disse, nesta segunda-feira, ao site oficial da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
"Numa competição como o Pan, existe muita troca e certamente evoluíremos ainda mais na disputa com nossas adversárias. Sonho alto, mas com pé no chão, que o time do peito feminino vai representar bem o Brasil", acrescentou.
Concorrente de Michele nos 200m, Thamy Ventorin pretende melhorar sua marca pessoal. "Conheço mais ou menos as americanas e canadenses, que são as favoritas. As outras são do mesmo nível e as enfrentaremos de igual para igual", afirmou.
"Apesar de nunca ter nadado na altitude, fizemos uma boa aclimatação e acredito em melhora de meu próprio tempo", completou Thamy. A cidade de Guadalajara está situada acima dos 1.500 m de altitude.
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Michele, Carolina, Thamy e Tatiane
(da esq. para a dir.) posam no CT de La Loma |
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Da mesma maneira, Carolina Mussi também espera chegar ao Pan em suas melhores condições. A nadadora irá competir nos 100m peito. "Desde o início do ano não estava achando meu estilão, de bastante apoio e pouca braçada. Agora voltei a me sentir bem, como há muito tempo não acontecia", afirmou. |
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Além de Carol, o Brasil irá contar com Tatiane Sakemi para a disputa dos 100m peito. A que tiver melhor desempenho entre as duas integrará o revezamento 4x100m medley, no último dia da natação (21/10), mas Tatiane não prevê rivalidade com a companheira.
"Conheço mais a Carol e falando por nós duas, estamos bem focadas nos 100m peito, que hoje é a única prova que venho treinando", afirmou Tatiane. Apesar do bom momento, a nadadora acredita que ainda não conseguirá alcançar o índice para os Jogos Olímpicos de Londres.
"Não creio em índice olímpico aqui (em Guadalajara), mas até a última seletiva sei que tenho chances. No Pan, não queremos regredir e sei que as americanas e as canadenses, além de uma jamaicana serão as adversárias mais fortes", finalizou |
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